Bem-vindos!

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Espero que gostem deste cantinho que está, aos poucos, a tornar-se maravilhoso. Sigam-nos, enviem as vossas histórias ou contos ou poemas ou o que for.
Ficarei à espera!

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sábado, 20 de agosto de 2011

Peço desculpa :x

Boas!

   Eu sei que me comprometi a postar mais uma parte da minha história, mas tenho andado ocupada e fui de férias, e acabei por não postar nada. Acontece que estou sem ideias para esta história, e está, portanto, em stand by por enquanto. Entretanto, tenho-me ocupado a escrever um pouco todos os dias a minha outra história, Upside Down, que tem andado a ser publica num site para jovens escritores (se alguém depois quiser o link para o site ou assim é só dizer).
   Então, resumindo, esta história está em stand by por enquanto e é provável que eu só a recomece a publicar daqui a uns tempos.
   Agora, para ser um pouco diferente, que tal dizerem-me o que andam a ler? Eu já li alguns livros este Verão e andei em pelo menos dois sites para escritores. E vocês? Que leram/estão a ler?

Bendito/a sejas,
Selene

domingo, 26 de junho de 2011

A minha história...

     Hey! (:

     Lamento ainda não ter conseguido postar mais nenhuma parte da minha história, mas, apesar de já ter entrado de férias, as coisas ainda estão um bocadinho atarefadas por estes lados: tive exames, tive a viagem de finalistas, vou ter o baile de finalistas e ainda comecei outra história, à qual dei o nome de Upside Down e está a ser escrita toda em inglês. Portanto, resumindo e complicando, eu não tenho tido grande tempo para escrever a história que tenho andado a postar aqui. Mas! (Sim, porque as coisas não podem acabar aqui! ;b) Eu tentei adiantar o mais possível a próxima parte a ser publicada aqui e já não me falta muito para a postar. (Fiquem felizes.)
     Se depois alguém quiser a minha outra história em inglês, que me mande o seu email que eu envio, pois estou a passa-la toda para o computador. Apenas a dou por email porque não a vou postar aqui. Já vi que não vale a pena postar nada que não seja em português, porque as pessoas não ligam tanto e não gostam muito. Não se esqueçam que quem me quiser dar o seu email pode faze-lo mandado uma mensagem para o meu. Não se esqueçam de assinar a mensagem, por favor, nem que seja com o vosso nome online.
      Portanto, resumindo e concluindo, dentro de poucos dias publico mais uma parte da história e quem quiser pode ter a minha outra história, Upside Down. E por agora é tudo.

Bendito/a sejas,
-Selene

sábado, 16 de abril de 2011

Facebook!

     Pois é! Por me terem dado a ideia de criar uma página no facebook, foi exactamente isso que eu fiz. Ontem à noite, já tarde (não podem dizer que eu não sou dedicada ao meu trabalho entre mãos), eu criei uma página no facebook (e aproveitei e mudei umas coisinhas por aqui...). Têm o URL para lá chegar nos Correios (olhem para cima... logo abaixo do logo do blog...) e também têm lá o meu contacto. Mais alguma coisa, quer seja dúvida ou não, digam.
Blessed Be,
Selene Witchcraft.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A Minha História - parte 3

     Alguns dias passaram a semanas, algumas semanas passaram a um mês completo. E nem sinal de João. Admito que fiquei um pouco admirada por não ter tido notícias dele, mas nada fiz acerca disso. Estava mesmo a tentar esquece-lo, até porque não queria sofrer mais por causa de um idiota com ele. E ele também não merece que alguém como a sua pessoa, que engana a namorada, seja amada por quem quer que seja.
***
     Quinta-feira. O pior dia da semana. Porquê? Porque eu vou super carregada para a escola e tenho de andar sempre a correr. Mas mesmo sendo quinta-feira, eu acordei e levantei-me da cama. A vontade não era nenhuma, mas tinha aula de artes (mais comummente conhecida como Educação Visual ou E.V.) e o professor é muito rigoroso quanto a atrasos. Por isso levantei-me, tomei um duche para acordar, vesti-me, sequei o cabelo, comi o pequeno-almoço e sai de casa.
     A manhã estava mais quente, comparada com os dias anteriores.
     - A manhã está linda, não está? - perguntei a Zé, enquanto olhava à minha volta.
     - Linda, mas fria! - respondeu-me ele, a observar a sua respiração a desaparecer no ar frio da manhã e a apertar o casaco.
     - Pois... Tenho saudades das nossas férias em Verona. Lá estava quentinho, era Verão...
     - Sim...
     Fomos para a escola. Apesar de estar bastante frio, nós aquecemos rapidamente. Também chegamos em cima da hora, quando o professor ia fechar a porta. Mas a aulas correu bem e rapidamente.
     Como depois da aula de artes não tínhamos mais aulas até à uma e meia da tarde, decidimos voltar para casa e estudar para o teste de ciências naturais, que íamos ter para a semana. Mas quando saímos da escola eu avistei João. Estava ao pé do café que fica em frente à escola. Como eu e Zé tínhamos decidido ir comprar qualquer coisa para ir a comer pelo caminho, começamos a dirigir-mo-nos para lá. Quando chegamos um pouco mais perto, conseguimos ouvir a voz da rapariga. Pareceu-me saber de quem era, mas eu não podia estar correcta... Continuamos a andar e a aproximar-mo-nos. E foi aí. Foi assim que eu não só ouvi como vi quem era a rapariga. Era Ana.
     Ela riu-se e ele inclinou-se para a beijar. Algo a que ela respondeu com a mesma moeda. Uma lágrima triste e solitária correu-me pelo rosto. Olhei para o meu irmão. Estava sério e triste, tudo ao mesmo tempo. E eu sabia o que ele ia fazer a seguir. Eu sabia que ele não ia esperar até estar mais calmo para acabar tudo com ela. O que eu não sabia era se ele ia tentar dar um soco a João. Mas deixei-o ir. Até fui com ele.
     - Ana - disse o meu irmão.
     - Oh... Amor, não é o que pensas...
     - Cala-te. Sinceramente? Eu já andava a desconfiar. Está tudo acabado entre nós.
     - Mas... Zé, meu amor...
     - E tu, - comecei eu a dizer - João, ainda tens a lata de me mandar mensagens a dizer que me amas! Como queres que acredite em ti?!
     - Bella...
     - Eu nunca mais te quero ver à frente. E, - disse eu, virando-me para Ana - a ti aconselho-te a esqueceres o meu irmão, se é que já não o fizeste.
     Eu comecei a virar costas mas João agarra-me o braço. Ia começar a dizer para ele me largar, mas Zé antecipou-se a mim:
     - Larga o braço da minha irmã, João.
     - Bella, deixa-me explicar. Por favor.
     - Larga-me - disse eu.
     - Não vou voltar a dizer para a largares, João - avisou o meu irmão.
     Ele não me largou. Continuava a suplicar-me com os olhos por uma oportunidade que não iria ter. Zé fartou-se. Como João não me largava a bem, ia largar-me a mal. Então, Zé deu-lhe um soco e encaminha-mo-nos para casa.

terça-feira, 12 de abril de 2011

A Minha Historia - parte 2

     O dia passou rapidamente e sem mais encontros desagradáveis. Foi essencialmente por ter sido um dia tão calmo que, às seis e meia, eu até estranhei não ter voltado a ver o João. Quer dizer, o rapaz tem andado quase que a perseguir-me desde que acabámos! Mas a verdade é que não estava por perto.
     Eu e o Zé fomos para casa. Apesar de ainda haver uma réstia de sol, estava bastante frio. Fiquei contente por me ter lembrado de trazer um cachecol e ter trazido o meu casaco preto quentinho.
     Quando chegamos a casa, eu peguei no computador portátil e sentei-me com ele na cama. Liguei-o e, de seguida, foi à Internet e iniciei sessão no Windows Live Messenger (mais conhecido por MSN). Estavam dois amigos meus online. Ambos são italianos que eu e o meu irmão conhecemos num dos nossos muitos Verões em Verona, Itália, em casa do nosso primo Afonso.
     Julieta e Romeu, dois primos que moram juntos na quinta da família de ambos, são os únicos fora da nossa família que nós conhecemos em Verona.
***
     Na manhã seguinte ao meu encontro com João, eu acordei com vertigens e muito enjoada. Mas mesmo assim eu tentei levantar-me. Mas fiquei pelo tentar, pois bastou sentar-me na borda da cama para me sentir tão mal que tive de voltar a deitar-me. Foi no momento em que me deitei que o meu irmão entrou no quarto, vindo do seu banho matinal. Espantado por eu ainda não me ter levantado, foi até à minha beira.
     - Estás bem mana?
     - Não... - disse eu, a gemer porque me estava a vir a bílis à garganta.
     - Que tens?
     - Não sei...
     - Espera aqui. Eu vou chamar a Mãe.
     - Achas que eu ia sair daqui? - quando eu não estou bem, sou muito sarcástica. Pergunto-me porque é que isso acontecerá...
     Zé foi chamar a nossa mãe, que trouxe com ela o termómetro. Tinha trinta e nove graus de febre. A minha mãe chamou o médico e mandou o meu irmão para as aulas. Ele beijou-me na testa e saiu do quarto. Mais ou menos um quarto de hora depois chegou o médico. Viu-me a respiração, a febre, a garganta e fez mais alguns testes. Falou com a minha mãe durante uns minutos e apenas depois se virou para mim.
     Perguntou-me o que sentia, que sintomas tinha e se precisava de alguma coisa. Respondi às suas perguntas e ele passou uma receita à minha mãe. Depois foi embora. A minha mãe acompanhou-o à porta e depois veio ter comigo.
     - Descanso esta semana, sopinha quente e nada de apanhar frio foram as ordens do médico - disse a minha mãe.
     - Está bem. Vou dormir durante um bocadinho, está bem?
     - Está bem.
***
     Dormi durante toda a manhã. Acordei um pouco mais bem-disposta e acabei por almoçar à mesa com a minha mãe. Durante a tarde a minha mãe foi trabalhar, eu deitei-me na cama com o portátil e o telemóvel e o meu irmão regressou a meio da tarde. Como não tinha trabalhos de casa para fazer, deitou-se a meu lado na cama e assim ficamos até chegar a minha mãe e termos de ir jantar.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A Minha História - Parte 1

     - Mãe, eu não me esqueço, a sério. Quando vier da escola eu passo pelos Correios e até escrevo no telemóvel o preço do selo, só para não me esquecer! - disse eu, que tentava ir para as aulas.
     - Mãe, se ela não se lembrar, lembro-me eu. Mas nós temos de ir porque estamos a ficar atrasados.
     - Pronto, okay, vão lá. Portem-se bem.
     Com isto, eu e o Zé podemos finalmente sair de casa. Zé é o meu irmão gémeo. Somos muito chegados e os melhores amigos um do outro. Andamos no nono da escola C+S de Gueifães, uma localidadezinha em Portugal. Adoramos aquela escola apesar de todos os seus defeitos (e olhem que são muitos. Não é que eles preferiram tirar-nos um espaço entre o SASE e o bufete, mas nem acrescentam aos pavilhões de aulas nem arranjam o ginásio? Cambada de totós!).
     Estávamos quase a chegar à escola quando encontramos Ana, a namorada do meu irmão e minha grande amiga. Estava com o meu ex-namorado, algo que raramente acontecia desde a semana passada, quando eu terminei a relação entre nós. Mas, tal como a minha mãe diz, nada é impossível!
     - Boa tarde, João - disse o meu irmão depois de dar um beijo rápido a Ana.
     - Boa tarde, Zé. Bella.
     - Olá João - respondi eu. Nenhum de nós esperava encontrar o outro, ou, pelo menos, eu não esperava.
     - É bom ver-te. Eu... - olhou para o meu irmão e para a namorada dele e calou-se quanto ao que ia dizer. - Continuas linda.
     - Obrigada. Ah... Tenho de ir, desculpa. Tenho pessoas à minha espera na escola. Fica bem.
     - Adeus Isabella. Até qualquer dia.
     - Vemos-nos lá dentro mana - disse o Zé.
     - Okay - respondi, ainda olhar para João.
     Depois deste pequeno diálogo eu apenas virei costas e fui para a escola. Conseguia sentir o olhar penetrante de João me mandava. Quando entrei na escola recebi uma mensagem:

TENHO SAUDADES TUAS.
ACHAS Q PODEMOS VOLTAR?
PF
AMT MUITO
ASS. JOAO

     Suspirei. Eu tinha acabado tudo porque ele me traiu com a minha melhor amiga, mas agora tinha a lata de me dizer que me ama. Tenho de admitir que eu ainda o amo, mas ele magoou-me muito, caramba! Portanto, o que eu devia fazer era esquece-lo e seguir em frente, mas como de costume é mais fácil falar do que fazer.
     Decidi que tinha de responder-lhe e, desde já, tirar-lhe toda a esperança.

NUNCA
ESQUECE-ME
ADEUS

     Tão rapidamente enviei, rapidamente me arrependi. Não devia ter-lhe respondido. Porquê? Porque agora apesar de eu ter dito que ele não tinha hipóteses, eu respondi-lhe à mensagem, o que quer dizer que secalhar até tem hipóteses. Mas agora, o que está feito, feito está. E não há nada que eu possa fazer quanto a isso.
     Decidi que o melhor era não pensar muito no assunto. Não valia a pena! Mas com tudo isto, notei que tinha ficado ao portão da escola. Por isso, fui até à porta da A6 (que era a sala onde eu ia ter aulas) e pousei a minha mochila à porta. Cumprimentei toda a gente que ai se encontrava e fui até ao campo. Alguns amigos meus estavam a jogar futebol. Disse-lhes olá e sentei-me ao lado de um dos campos, no chão, e fiquei a ver o jogo.
     Minutos depois tinha o meu irmão a meu lado, sentado no chão com as pernas cruzadas e a olhar para mim pelo canto do olho, como ele sempre fazia quando estava preocupado comigo.
     - Diz. Sei que me queres dizer algo por causa da maneira como me olhas.
     - Estás bem? - perguntou ele.
     - Sim, acho que sim.
     - Tens certeza?
     - Não.
     - Bella...
     - Deixa lá. Eu ei de ficar bem.
     - O que lá vai, lá vai. Mas não te preocupes, tens me a mim e à Ana.
     - Por falar nisso, onde é que ela anda?
     - Ela falou em ter de conversar com alguém quando eu a acompanhei até à C5... Isto antes de desaparecer bastante rapidamente.
     - Hmm...
     Entretanto toca para dentro.
     - Vamos mana?
     - Sim, vamos. Até porque é aula de história e a professora é bastante severa.
     Fomos para a aula. Eu gosto de história, mas não da matéria que estamos a dar. Eu gosto de mitologia grega, egípcia, celta, romana, asiática, etc. mas não gosto assim muito de história de Portugal. É demasiado baseada em política e economia, na minha opinião.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A minha história

   Como houve pelo menos cinco "likes" no post que eu fiz em q perguntei se queriam que eu publicasse a minha história, eu vou mesmo publica-la. Pelo menos assim as meninas da minha turma que estão viciadas na minha história já não têm de estar sempre a pedir-me o caderno ;P
     Não prometo publicar mais um bocadinho todas as semanas. E não prometo porque eu nunca sei quando vou escrever mais um pouco, ou quando vou ter tempo de passar o que escrevi para aqui. Mas vou tentar passar para aqui, pelo menos, de duas em duas semanas mais um pouco da história. Pequeno aviso: a história pode ficar bastante romântica de um momento para o outro.

Blessed Be,
Selene Witchcraft.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Acreditem ou Não...

     Bem, acreditem ou não, eu agora comprei um caderno de propósito para me pôr a escrever uma história. Pois. Algumas amigas minhas disseram-me que eu até tenho um certo jeito para escrever. Uma professora (que é mais amiga que professora, mas enfim) disse-me que eu escrevia muito bem e que gostava de ler o que eu escrevia. O meu pai também me disse que até sou boa a escrever pois tenho uma imaginação imensa (embora como é pai não é muito de fiar). Não sei se devo começar a por aqui, neste blog, alguns "episódios" todas as semanas ou sempre que escrevo um pouco mais, dependendo da minha disponibilidade. Que me dizem? Preciso de críticos para os meus textos.

Sempre vossa,
Selene Witchcraft.